Beatriz
havia se cansado de ser alguém para o mundo e para os outros e não saber quem era pra si mesma.
Filed under: beatriz, mente | Leave a Comment
Ato contínuo
Queria pegar toda a consciência que tinha e devolvê-la.
Mas a quem?
Filed under: Sem classificação | Leave a Comment
Tags: resmungos
razões do iluminismo
“A razão não pode deixar de ser vista como opressora, quando o poder que oprime fala em nome dela e quando ela é percebida como a única possível”.
ROUANET, Sergio Paulo. As razões do Iluminismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. (p. 16)
Filed under: abre aspas, leituras | Leave a Comment
today
desculpe se não tenho sangue de barata.
Filed under: causos, desclassicados, devaneios, ego sum, esporros, resmungos, ressacas, solidão | Leave a Comment
Minha desilusão…
Filed under: causos, esporros, pixels, resmungos, teses, urbanos | Leave a Comment
- Tentei, mas não posso confiar em você.
- Por quê?
- Por mais que eu te veja, te observe, olhe, leia, não reconheço o Nil que conheci em São Paulo, em um bar perdido na Augusta, que gostava de literatura, fotografia, fazia mil coisas, tão nihilista que não acreditava em Deus ou no homem e tantas outras coisas.
- Continuo não crendo em Deus. Mas sim, meus gostos, crenças e concepções mudaram. É isso que te incomoda tanto?
- Não.
- Todo mundo muda o tempo todo. Tudo muda o tempo todo.
- Não você. Você não é mais você. Você não é Nil. Já é outra pessoa.
- Que bom.
- Não sei.
- Se é bom?
- Se é realmente outra pessoa ou se fui só eu que deixei de me enganar.
Filed under: causos, devaneios, diálogos, ego sum | 1 Comment
¿Comunicación?
- ¿De qué estamos hablando?
- No estamos hablando de nada.
Filed under: causos, desclassicados, devaneios, diálogos, noturnos | 1 Comment
alucinación V
Gosto de confete como todos, mas há que se fazer por merecê-lo e não suporto ingratidão. Talvez seja um reflexo de meu ego, ou de vontade de justiça, a avaliação fica a cargo de cada um. Em tempo: queria uma expressão não judaico-cristã equivalente para “Graças a Deus”. Há que se agradecer, sempre, e agradeço a muita gente por muita coisa, mas não a uma entidade acima de mim na qual não acredito. Mas ainda faltam algumas graças, ao quê? A quem? Resta-me buscar outra expressão, voltar a crer ou dar novo significado a “Deus”, o que for mais viável.
Sempre há algo a fazer, às vezes só não quero e rola uma preguiça e dispersão que alimentam idéias. E às vezes é assim: basta mudar seu caminho rotineiro e uma epifania se apresenta. As coisas começam com uma esquiva, logo vem a desconfiança, em seguida algum encanto e por fim o derradeiro sorriso. Pode ser tanto um anjo ou de novo o demônio querendo cobrar meus pecados.
Filed under: alucinación, devaneios, ego sum, teses | 1 Comment
Entradas recentes
Categorias
- abre aspas (9)
- alucinación (5)
- beatriz (12)
- causos (23)
- desclassicados (12)
- devaneios (34)
- diálogos (15)
- ego sum (7)
- esporros (6)
- estilhaços (12)
- férias (1)
- filmes (1)
- fraternos (7)
- labirinto (10)
- leituras (5)
- lugares (2)
- mente (3)
- noturnos (23)
- paulo e beatriz (4)
- personas (7)
- pixels (9)
- prosaísmos (18)
- resmungos (13)
- ressacas (4)
- Sem classificação (2)
- solidão (10)
- teses (10)
- tops (2)
- traduções (2)
- tríade (1)
- urbanos (5)
- versos (8)
- vulgares (1)
Arquivos
- Junho 2009
- Abril 2009
- Março 2009
- Setembro 2008
- Agosto 2008
- Julho 2008
- Junho 2008
- Maio 2008
- Abril 2008
- Março 2008
- Agosto 2007
- Julho 2007
- Junho 2007
- Março 2007
- Fevereiro 2007
- Janeiro 2007
- Outubro 2006
- Setembro 2006
- Agosto 2006
- Julho 2006
- Junho 2006
- Maio 2006
- Abril 2006
- Março 2006
- Fevereiro 2006
- Janeiro 2006





